Arquivos: fevereiro de 2008

Os Mutantes - 1969

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Os Mutantes - 1969

Faça aqui o Download para conhecer o CD e se você gostar, adquira o mesmo em lojas ou sites especializados.

1. Dom Quixote
(Mutantes)
2. Não vá se perder por aí
(Raphael V. da Silva-Roberto Lafayette Loyola)
3. Dia 36
(Johnny Dandurand-Mutantes)
4. 2.001
(Mutantes-Tom Zé)
5. Algo Mais
(Mutantes)
6. Fuga Nº II dos Mutantes
(Mutantes)
7. Banho de Lua
(B. de Filippi-F. Migliacci - Versão: Fred Jorge)
8. Rita Lee
(Mutantes)
9. Mágica
(Mutantes)
10. Qualquer Bobagem
(Tom Zé-Mutantes)
11. Caminhante Noturno
(Mutantes)

Lançamento: 1969

Uma Jóia rara da música brasileira…
T+

Gonzaguinha - É/ O que é, O que é.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Na minha humilde opinião um dos maiores músicos que o brasil já teve.

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Abraços.

Os Mutantes - 1968

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Os Mutantes - 1968

Faça aqui o Download para conhecer o CD e se você gostar, adquira o mesmo em lojas ou sites especializados.

1. Panis et Circensis
(Gilberto Gil / Caetano Veloso)
2. A Minha Menina
(Jorge Ben)
3. O Relógio
(Os Mutantes)
4. Adeus Maria Fulô
(Humberto Teixeira / Sivuca)
5. Baby
(Caetano Veloso)
6. Senhor F
(Os Mutantes)
7. Bat Macumba
(Gilberto Gil / Caetano Veloso)
8. Le Premier Bonheur du Jour
(Jean Renard / Frank Gerald)
9. Trem Fantasma
(Caetano Veloso / Os Mutantes)
10. Tempo no Tempo
(J. Philips / Versão: Os Mutantes)
11. Ave Gengis Khan
(Os Mutantes)

Produzido por: Manuel Baroenbein
Rogério Duprat (arranjos); Jorge Ben (Vocais e guitarra em “A minha menina”); Dirceu (bateria)

Lançado em Fevereiro/ 1968

Espero que gostem!

Os Jônios - Tales de Mileto

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Olá
Pretendo dissertar aqui, um pouco sobre a Filosofia Pré-Socrática. Vou começar falando um pouco sobre Tales de Mileto, e aos poucos vou psotanto mais coisas sobre os filósofos que começaram a constituir o pensamento crítico filosófico.

Tales de Mileto

Provável escultura de Tales de MiletoO que sabemos sobre tales, se baseia em testemunhos de Aristóteles, Cícero, Estobeu, Simplício, Diógenes e por ai vai. Mas as informações que podemos atribuir algum valor vem de Aristóteles e ainda assim é passível de críticas.
Sobre Tales: Nasceu em 624, em Mileto; é tido como pai da escola jônia morreu entre 548 e 550. Foi Famoso como geômetra e como astrônomo. Previu o eclipse de 585. Foi um dos sete sábios da Grécia.

O que sabemos sobre tales se reduz a duas proposições:

1º A água é o principio das coisas.
2º Tudo está repleto de Deuses.

Vamos, portanto ver o que significam estas duas proposições.

A água é o principio das coisas.

Tales provavelmente deve ter observado que a água é a essência das coisas por que viu que os alimentos ingeridos pelos animais eram úmidos, que o corpo humano necessitava de água para se manter vivo, que tudo que morre resseca, que os próprios astros se nutrem de vapores úmidos. Talvez seja por estes motivos que tales tenha visto na água a essência e o fundo mesmo das coisas.

Como saíram as coisas da água?

Ficamos reduzidos a colocações sobre esta pergunta, Aristóteles deu a entender que os filósofos dinamistas fazem tudo sair de um princípio único. Neste caso, como tales atribui a água como princípio de todas as coisas se admite que esse princípio se dá por rarefação ou condensação, porém nada prova que tales fez realmente estas colocações, como já dito antes, o que sabemos sobre tales, sabemos através de outros filósofos, mas acredito que provavelmente ele tenha deixado esta questão no ar.

Vamos agora observar a 2° proposição:

Tudo é repleto de Deuses.

Segundo Aristóteles, Tales teria sustentado que a alma circula através do mundo, que o mundo é animado e é isso que ele teria entendido pelas palavras. Porém a idéia de alma no mundo é bem posterior à escola jônica. Tales ainda se prende as idéias da mitologia grega, qual a filosofia apenas começava a se desprender. Segundo ele, a água metamorfoseia-se à maneira dos deuses da mitologia, portanto ainda neste momento Tales utiliza a mitologia para procurar uma explicação para o princípio das coisas.

Finalizando Tales:

Antes de tales a água já era considera por teólogos como o principio das coisas, o que tales fez foi trazer a discussão para o campo científico. Quanto a sua segunda proposição Tales buscou a resposta na mitologia portanto vemos que nenhuma da duas idéias impostas por tales eram idéias novas, seu mérito foi apenas de dar uma forma cientifica para as coisas que antes eram puramente idéias teológicas.
Por tudo que Tales se propôs a fazer e a estudar, ele foi considerado o pai da filosofia.

Bibliografia:

Bérgson, Henry. “II – Os Jônios, Tales” in Cursos sobre a filosofia Grega. Tradução de Bento Prado Neto. São Paulo: Martins Fontes, 2005, p.190-191

espero que esta breve introdução ajudem a quem estiver entrando no mundo da historia da filosofia, ou para quem quiser saber um pouco mais sobre tales de mileto - “O pai da Filosofia”

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Abraços e até mais.

A solidão como ninguém vê.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

A solidão, em minha opinião é apenas parte de nossos sentimentos, alguma coisa que nos leva , arrebata de forma que não me encontro mais em lugar nenhum, encontro-me no lugar nenhum de minha mente onde, o vazio não impera e a substância se mistura, os desejos se tornam cada vez mais compostos gerando uma confusão de sentimentos que me trás uma sensação inexplicável. Não é loucura, não é afastamento do real, não é patológico, sinceramente não sei, ela (a solidão) não chega de mansinho, me toma de forma que não posso lutar, e não tem pressa de ir embora, me olho pelo reflexo de meus óculos que estão a minha frente, não posso esconder minha ansiedade em viver de forma que me sinta sempre feliz, procuro epicuro e sua busca pela felicidade, leio um pouco, logo me distraio, escuto música logo me acalmo e no fim… A solidão é minha melhor amiga por que sempre está comigo, meus pensamentos são esta solidão e nada pode mudar isto e não posso afirmar que sou sozinho no mundo, pois para mim, a solidão não se dá nestes momentos, tenho uma vida regrada, com uma boa família e uma esposa que amo e que não posso viver sem, portanto a solidão perde seu sentido geral, aquele que é citado pela maioria das pessoas que sofrem desilusões amorosas ou que vivem isolados de tudo e de todos, não sou assim quero calor humano, quero estar com pessoas e discutir o quanto aquilo me faz bem, quero poder debater as incoerências da vida, quero poder conversar e nada mais, sem severas reflexões ou pensamentos complexos, quero ser eu mesmo, e sou porque assim deve ser, devemos sempre ser transparentes e sinceros não podemos não sermos nós, é estar fugindo de si mesmo, é pecar contra as ideologias que pregamos em nossas vidas, é querer o sofrimento e definitivamente não desejo estes adjetivos circulando em minha vida.
Voltando a falar de solidão, não sou Zaratustra, não passei 10 anos em reclusão para entender determinadas coisas, não desci a montanha e vi que as pessoas não entenderiam as questões sobre as quais refleti durante tanto tempo de reclusão, mas mesmo sem tudo isso, posso sentir que as várias facetas que a vida nos impõe são obstáculos grandes apenas por um motivo: os tornamos maiores do que são, inventamos um monstro para nos assustar, para nos preocuparmos, para chorarmos e dividirmos a culpa caso aquilo que queremos e ou planejamos não de certo e assim, não nos sentiremos muito mal quando as coisas saírem dos trilhos.
Visto isso, percebo que (pelo menos para mim) a solidão é extremamente necessária, e isso não significa que quero me afastar das pessoas, como já disse anteriormente, quero apenas estar com meus pensamentos, quero apenas estar sozinho em meu mundo, refletir sobre minhas atitudes, recolher alguns cacos e jogar fora, colar alguns outros, expandir minha percepção sobre o mundo, correr pelas vias de meu mundo, sem me preocupar se o farol irá fechar ou não, a solidão é minha amiga e companheira de todas as horas que sinto necessidade de refletir, de sentir minhas emoções que muitas vezes não sobressaem, não explodem para o mundo, e a única coisa que pode acalmar todo este turbilhão sou eu comigo mesmo, o momento de estar sozinho mesmo que uma multidão esteja em sua volta, o momento de chegar a seguinte conclusão: eu busco a felicidade, eu busco a saída da caverna e acho que assim que deve ser.

Tim Maia - In Concert 1989 (Lançado em 2007)

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Tim Maia - In Concert

Faça aqui o Download para conhecer o CD e se você gostar, adquira o mesmo em lojas ou sites especializados.

1. A Festa do Santo Reis
2. Sossego
3. Gostava Tanto de Você
4. Primavera (Vai Chuva)
5. Baby
6. Telefone
7. Do Leme ao Pontal
8. O Descobridor Dos Sete Mares
9. Você e Eu, Eu e Você
10. Me Dê Motivos
11. Você
12. Um Dia de Domingo
13. Vale Tudo

No ano de 1989, Tim Maia fez o show de seus sonhos no Hotel Nacional do Rio de Janeiro. Após 18 anos, é lançado em CD este concerto histórico que mostra o artista em sua melhor fase ao lado de sua banda Vitória Régia, comandada por Tinho no saxofone e Paulo Braga na bateria, além de uma grande orquestra sob a regência do maestro Ivanovich e arranjos de Lincol Olivetti. Participações de Jaques Morelenbaum e Giancarlo Parreschi.

Até Logo.

Nossos Atos.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008


A conseqüência de nossos atos é na grande maioria das vezes somente nossa, tudo que fazemos tem a autorização prêvia de nós mesmos, não podemos culpar ninguém pelos nossos atos, a historia já demonstrou isso diversas vezes, nossa historia já nós mostrou isso.
Sabemos que nossa maneira de agir está diretamente ligado ao nosso consciente e principalmente ao nosso subconsciente e quanto a isso, pouco podemos fazer, pois não temos acesso, ou pelo menos nenhum acesso imediato e de forma consciente e que possamos decidir sobre o que fazer, mas de bate - pronto não, não temos acesso ao nosso subconsciente, temos sim o reflexo dele e que poucas vezes nós atribuímos ao mesmo. Mas falando novamente de nossos atos, somos sim! Responsáveis por todos eles, sem nenhum tipo de desculpa, sem choro ou qualquer coisa que lembre algum tipo de lamentação, nossos atos nos fazem heróis, nos condenam, fazem o arrependimento crescer, a agonia, o choro, a alegria e todos outros adjetivos que quisermos colocar aqui, nossos atos são o reflexo daquilo que queremos mostrar na sociedade, se queremos atingir alguém é através de uma atitude verbal ou física, se queremos apenas mostrar alguma coisa, teremos que tomar uma atitude e este atitude trás conseqüências e estas conseqüências podem ter dimensões que às vezes fogem do nosso controle e ter alguma coisa fora do controle não é algo muito agradável, e a própria historia mais uma vez nos mostra isso.
O que eu quero dizer com tudo isso?
Que o que vivemos hoje, nada mais é que um muro de lamentações recheados de mortes, fome, miséria, guerra… Muita guerra, e que este muro foi construído por conseqüências de nossos atos, de atitudes inconseqüentes, atitudes tomadas por poucos em um mundo de bilhões, atitudes que salvam os interesses, não as pessoas, atitudes que não precisariam ser tomadas e que infelizmente foram e que como desculpa muitas vezes ouvimos: foi necessário para o desenvolvimento da humanidade.
Triste? Sim, muito triste, porém isto tudo é a realidade com um toque refinado de ganância, o homem armou sua própria armadilha e quem vai nos salvar? Pois bem. Não queremos ser salvos, por que a salvação exige julgamento e isto, é inaceitável para o homem, queremos a morte, lenta e dolorosa e se não queremos, nossas atitudes demonstram o contrário.
Independente do coletivo que não anda muito bem, se nossos atos forem feitos com certa prudência, talvez tenhamos uma vida melhor, (o mundo é o caos, e se eu realmente desse crédito para o apocalipse, eu diria que os cavaleiros estão chegando e que nós os convidamos para a grande festa que é a vida.) tenhamos uma vida regrada onde possamos pensar, ou melhor, repensar nossas atitudes e o quanto elas podem ser aproveitadas ou não, a vida não para, caminhamos sempre para o futuro que muitas vezes faz o presente não existir, faz o passado parecer antiquado e nos faz tomar decisões precipitadas, portanto pensem bem nas conseqüências de seus atos, eles são seu cartão de visita para uma vida menos infeliz.

Texto: Francisco Escobar
Obra: Cândido Portinari - Família de Retirantes.

Jorge Bem - África Brasil (1976)

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

África Brasil

Faça aqui o Download para conhecer o CD e se você gostar, adquira o mesmo em lojas ou sites especializados.

1. Ponta De Lança Africano (Umbabarauma)
(Jorge Ben)
2. Hermes Trismegisto
(Jorge Ben)
3. O filósofo
(Jorge Ben)
4. Meus filhos, meu tesouro
(Jorge Ben)
5. O plebeu
(Jorge Ben)
6. Taj mahal
(Jorge Ben)
7. Xica da Silva
(Jorge Ben)
8. A história de Jorge
(Jorge Ben)
9. Camisa 10 da Gávea
(Jorge Ben)
10. Cavaleiro do cavalo imaculado
(Jorge Ben)
11. África Brasil (Zumbi)
(Jorge Ben)